Além de Viviane Bordin, que foi capa desta edição de janeiro, a Playboy também trouxe um grande nome para mais uma de suas entrevistas. Marcelo Tas, líder do Custe o Que Custar, foi sabatinado pela revista e fez polêmicas declarações sobre o mundo televisivo.

Tas surpreendeu a todos, sem modéstia alguma, dizendo que o humorístico que apresenta é o melhor do gênero no Brasil. Ele se diz fã do Pânico na TV e do Casseta e Planeta, porém acrescenta que nesse ramo, não há concorrência, ratificando seu produto como a melhor opção para o telespectador que deseja dar boas risadas.

Além disso, o jornalista também criticou a estagnação dos humorísticos na TV, que não se renovaram com o passar dos anos. Salvo Tom Cavalcante, a quem credita ter se reinventado desde que se transferiu da Record para a Globo, nenhum deles avançou com o passar dos anos.

Por fim, Marcelo Tas também disparou contra a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. Ele diz ter sofrido censura durante a campanha eleitoral que culminou na derrota da petista, no ano passado. O humorista ainda acrescentou dizendo que a sexóloga havia estimulado a periferia a ser contra ao seu programa, o que chama de censura.

Créditos: NaTelinha

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