Antissemita, não…

Indagado ontem pela coluna, Jair Bolsonaro considerou de mau gosto comentário de Danilo Gentili, do CQC, no Twitter, sobre judeus em Auschwitz: “São dois pesos e duas medidas desses humoristas do programa. A exemplo de quando Cândido Vaccarezza me chamou de estúpido. Daí não é quebra de decoro, é liberdade de expressão”.

Há cerca de 40 dias, o humorístico exibiu o deputado federal declarando que namorar negro era sinal de promiscuidade. Depois, o parlamentar explicou ter se referido a gays. Não a negros.

…português, pode

Bolsonaro, entretanto, vai mais longe: “Acho que dá para fazer piada com judeu como se faz com português. O que não pode é pegar um fato histórico em que morreram milhões. É como brincar com as vítimas das Torres Gêmeas”.

Yes, we can

Também indagado, Rafinha Bastos, defendeu seu colega de TV, do alto de sua descendência judaica: “Quem se chateou foi a patrulha do politicamente correto, os chatos de plantão. Judeu que é judeu não fica ofendido com piada. Por mais pesada que seja a brincadeira, pensamos sempre o mesmo: pode falar à vontade… nós temos o dinheiro”.

Fonte: http://estadao.com.br

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