Após a suspensão de Rafinha Bastos, vários repórteres do CQC  estão se revezando entre si para ser o terceiro apresentador da bancada. A primeira convidada foi Mônica Iozzi, seguida de Oscar Filho, e na última segunda-feira (17) foi a vez de Felipe Andreoli. O estreante ficou nervoso nas duas horas que se seguiram com o programa ao vivo e confessa que dá muita adrenalina neste tempo.

“Um friozinho na barriga gostoso. Eu comparo essa adrenalina de entrar ao vivo com aquela chance que você tem de entrevistar o presidente, vai passar ali, tem apenas uma chance de fazer uma pergunta para ele. O ao vivo dá esta sensação muito legal. É muito divertido! Foi uma experiência bem legal”, conta.

Quando as câmeras se desligaram e ele voltou para casa, Felipe teve um pouco de receio de entrar no Twitter para ler as críticas e elogios com relação a sua desenvoltura no programa ao vivo.

“A maioria elogia, a galera gostou, mas obviamente muita gente pede o Rafinha e acho que isso é muito natural. A galera está acostumada com ele na bancada. As pessoas deram um retorno muito legal, o que me surpreendi. Achei que iria receber uma esculachada, mas a maioria absoluta gostou, então fiquei satisfeito com isso”.

Sobre assumir o posto de Rafinha Bastos, ele acha complicado, já que o trio formado com Marcelo Tas e Marco Luque estava bem estruturado.

“Acho que a galera está muito entrosada com o Rafinha, são quatro anos na bancada, de entrosamento dele com o Marcelo e com o Marco, então é um desafio muito grande para qualquer um estar ali”.

Questionado sobre se acredita que tudo seja uma censura ao humor, o repórter responde em poucas palavras:

“Isso é óbvio, não preciso nem falar”, conclui.

Fonte: Ofuxico.

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