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Quem vê Monica Iozzi encarando os políticos de Brasília, de microfone em punho, e fazendo as piadas ácidas da turma doCQC (Band), não imagina que a moça também tenha suas fragilidades.

Única mulher no time, a repórter revelou à revista Tpm de novembro que chora quando acaba o trabalho.

– Às vezes eu choro. Nunca na frente dos políticos, claro. Mas, quando sou agredida verbal ou fisicamente, fico triste por imaginar que uma pessoa que deveria estar ali para ajudar o país está fazendo justo o oposto.

Destemida, ela faz perguntas embaraçosas e quando está na frente de um corrupto, encara o trabalho como uma missão.

Ela diz se vê como uma cidadã com a oportunidade de mudar algo no sistema de governo atual. O trabalho a deixa exausta.

– O Congresso Nacional me consome demais. Não acreditava em energia negativa até pisar lá dentro. Saio de lá moída, como se tivesse feito trabalho braçal.

No entanto, a bela adora o que faz, está achando ótima a “segurança” dos 30 anos e nem liga para dinheiro.

– Nunca tive dinheiro sobrando, sempre soube que não seria rica, mas prefiro fazer o que gosto a trabalhar por dinheiro. Brinco que quero ser a Fernanda Montenegro, mas hoje sou o Tiririca. Então só faço coisas que vão me aproximar de ser a Fernanda.

Monica ainda contou a revista que se tornou outra pessoa após a morte do pai, quando tinha 16 anos, e ficou mais independente.

Sobre a polêmica de Rafinha Bastos, ela fez um desabafo.

– Me sinto acusada de um crime do qual não fui nem testemunha.

Fonte: R7

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