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Além de Luiz França, Mônica Iozzi do CQC também “ataca” de DJ

Tudo em Pauta – Assessoria de Imprensa

Luiz FrançaA festa “Menstruação” também está no clima de Natal, e traz na próxima edição, que acontece no dia 18 de dezembro , um cenário especialmente criado para o público se divertir na última festa do ano, e ainda curtir o som da DJ convidada Mônica Iozzi (CQC).
A balada mensal promove suas noites com a discotecagem do dj residente, Marcelo Szykman, que, após a meia noite, dará lugar para a convidada da noite, a repórter do CQC que, com muita alegria e graça, agitará a galera.

 

 
Monica IozziE, para fechar a noite com chave de ouro, a banda Playmobyl, liderada pelo anfitrião da noite e idealizador da festa, Luiz França, assume o palco com músicas pra lá de engraçadas, num clima de baile, com repertório variado, convidando o público a imergir no universo de canções dos anos 80 e 90 e a fazer pedidos de canções.
A festa “Menstruação” acontece, todo mês, sempre com a presença de grandes humoristas do país, como: Marco Luque, Danilo Gentili, Diogo Portugal, Rafael Cortez, entre outros. Para mais informações, acesse: http://kitschclub.com.br/

SERVIÇO:

Festa ‘Menstruação’ – Kitsch Club
Data| 18.12 (Domingo)
Horário| 22h
Ingressos| R$ 35
Endereço| Rua Vergueiro, Nº2676, Vila Mariana
Mais informações| (11) 5083-1440

Fonte: ÉSEU e Monica Iozzi News.

Monica Iozzi

A repórter do CQC (Band) Monica Iozzi, apeser de cobrir o Congresso Nacional e até se sentar na bancada do programa de vez em quando, ainda não consegue ser reconhecida nas ruas.

A moça contou ao jornal Agora São Paulo desta segunda-feira (5) que quase ninguém sabe quem ela é.

Quando cobre festas importantes, os convidados a confundem com as recepcionistas.

– Além de não me reconhecerem, as pessoas me param para pedir informação.

Fonte: R7

Ela diz que jamais se candidataria a nada, a não ser repórter de televisão / Foto: Clarissa Mirzeian/eBandA repórter do CQC Monica Iozzi concedeu uma entrevista exclusiva na qual ela revela que, na sua opinião, só a minoria dos parlamentares trabalha para melhorar a vida do povo “e estes ainda sofrem muito”, diz.

Iozzi revela ainda sua desilusão com os políticos brasileiros, diz que não se candidataria a nada e conta que sua vontade é mostrar o que ela vê na política à população brasileira. Confira abaixo trechos da entrevista:

Se você tivesse que dar uma nota para a política brasileira, qual seria?

Nossa…Eu não sei porque na verdade é difícil falar sobre isso, pelo seguinte: se eu der uma nota três, por exemplo, eu posso estar dando uma nota baixíssima para quem merece e uma nota alta para quem não faz nada.

O que eu vejo trabalhando aqui: a minoria é gente boa. Não no sentido de julgamento. A minoria está realmente trabalhando para melhorar a vida do povo. A maioria está trabalhando pelos interesses individuais, não pelos interesses da população. E essa minoria que trabalha pelo povo sofre muito, é muito difícil para eles conseguirem fazer alguma coisa. Então não gosto de jogar eles no lugar dos outros sabe?

Se eu der uma nota para todo mundo não seria justo.

Tem dias que em você chega a sair da gravação pensando: que dia sofrido?

Eu acho que sofrido é uma palavra forte. [pausa] Eu saio cansada. Não é só um cansaço físico, é um cansaço mental, acho que a palavra seria desiludida.

Hoje [na última quarta-feira, dia 23], por exemplo: fazendo matéria sobre a corrupção, a gente levantou os dados da FGV, da ONG Transparência Brasil e aí você vê que 60% dos deputados federais têm algum processo na Justiça. E se você vai falar sobre isso eles acham graça, que é perseguição política. Dos 513 deputados, 310 têm processos na Justiça. Destes, todo mundo é perseguido? É vítima?  E você fala: esses caras estão fazendo as leis do país.

E não é acusação pequena…o cara é acusado de peculato, de envolvimento com a máfia das ambulâncias, caixa dois, prestou contas erradas na campanha…e para eles tudo bem.

É incrível no sentido da palavra mesmo. Não dá para você crer. É uma coisa que falam que é impossível. É o meu trabalho: faço porque gosto, porque quero, mas não saio de lá esperançosa não.

Eu saio com vontade de mostrar para as pessoas o que a gente vê. Porque tem muitas coisas que não chegam à população. As pessoas não sabem como é o trâmite da coisa, que a oposição pode bloquear uma votação importantíssima porque é oposição e eles querem outra coisa.  Um jogo né? A população não está sabendo desse jogo. Explicitar esse jogo é o nosso trabalho.

Qual a sua avaliação do trabalho com os políticos? O balanço é positivo ou negativo?

Acho que tem os dois lados. No lado pessoal, no que isso mudou na minha vida, acaba sendo ruim porque eu me dei conta de que a coisa é muito pior do que parece, mas ao mesmo tempo é bom, porque é sempre melhor a gente estar relacionando com a verdade.

Apesar de eu ter descoberto que “o buraco é mais embaixo”, eu acho importante ficar sabendo disso do que passar a vida inteira sem saber.

Do programa como um todo, é um balanço muito bom. As pessoas só veem o trabalho final…muito do que a gente é xingado, desrespeitado não chega, porque não é esse o nosso objetivo, não queremos colocar o CQC no papel de vítima. A gente só quer colocar a coisa importante em discussão, só isso.

Eu me lembro que, antes de entrar no CQC eu estava um dia com amigos, vendo o programa, e de repente estávamos em uma roda de amigos discutindo política pela primeira vez em quase 10 anos de amizade.

Eu acho que essa coisa do CQC chamar um pouco o foco para isso, principalmente da galerinha mais jovem, eu acho fantástico. Não que eu ache que a gente está mudando o mundo, não sou ingênua a esse ponto, mas só da discussão aumentar um pouquinho já é válido. Se toda pessoa que nunca prestou atenção na política parar para ver a minha matéria, já estou feliz. Porque quanto mais a gente souber, mais difícil esses caras enganarem a gente.

Você gostaria de falar sobre mais algo marcante?

Outra coisa que me marca muito: no Brasil, a gente da mídia acaba fazendo política. Não vou julgar, acho que o cara não vai ser bom ou ruim por ter vindo do universo de celebridades ou não. A população está tão descrente na política que qualquer pessoa que tenta questionar um pouco mais as coisas vira um possível candidato.

Tem muita gente querendo me transformar em candidata. Eu sempre digo que não, principalmente depois que passei a conhecer mais a coisa de perto, não. Acho que eu não conseguiria me bandear para o lado ruim e os bons não conseguem quase nada.

Sem contar que é um negócio chato para caramba, sabe? O Congresso é forrado de carpete, tem ar-condicionado pra todo lado, é um lugar terrível. (…) Eu sou meio anarquista, jamais me candidataria a nada, a não ser a concurso pra ser repórter na televisão [risos].

Fonte: Band.

CQC Monica Iozzi chora ao ver deputado em Brasília

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Quem vê Monica Iozzi encarando os políticos de Brasília, de microfone em punho, e fazendo as piadas ácidas da turma doCQC (Band), não imagina que a moça também tenha suas fragilidades.

Única mulher no time, a repórter revelou à revista Tpm de novembro que chora quando acaba o trabalho.

– Às vezes eu choro. Nunca na frente dos políticos, claro. Mas, quando sou agredida verbal ou fisicamente, fico triste por imaginar que uma pessoa que deveria estar ali para ajudar o país está fazendo justo o oposto.

Destemida, ela faz perguntas embaraçosas e quando está na frente de um corrupto, encara o trabalho como uma missão.

Ela diz se vê como uma cidadã com a oportunidade de mudar algo no sistema de governo atual. O trabalho a deixa exausta.

– O Congresso Nacional me consome demais. Não acreditava em energia negativa até pisar lá dentro. Saio de lá moída, como se tivesse feito trabalho braçal.

No entanto, a bela adora o que faz, está achando ótima a “segurança” dos 30 anos e nem liga para dinheiro.

– Nunca tive dinheiro sobrando, sempre soube que não seria rica, mas prefiro fazer o que gosto a trabalhar por dinheiro. Brinco que quero ser a Fernanda Montenegro, mas hoje sou o Tiririca. Então só faço coisas que vão me aproximar de ser a Fernanda.

Monica ainda contou a revista que se tornou outra pessoa após a morte do pai, quando tinha 16 anos, e ficou mais independente.

Sobre a polêmica de Rafinha Bastos, ela fez um desabafo.

– Me sinto acusada de um crime do qual não fui nem testemunha.

Fonte: R7

Rafinha postou foto com Rafael Cortez, Oscar Filho, Mônica Iozzi e outros amigos. Foto: Twitter

Foto: Twitter.

Rafinha Bastos curtiu a noite desta sexta-feira (28), ao lado de outros integrantes do CQC, Rafael Cortez, Oscar Filho, Mônica Iozzi e Anderson Bizzochi, este do grupo Barbixas, além de outros amigos.

O apresentador do CQC postou no Twitter uma foto com a turma em frente a um pronto socorro e escreveu: “5h30, um belo fim de noite com os amigos”.

Rafinha continua afastado do programa por dizer ao vivo, no dia 19 de setembro, que “comeria” a cantora Wanessa e o bebê dela .

 Fonte: Terra.
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