Category: Entrevistas


Nada de personagens, fantasias ou grandes produções. É assim, de cara limpa, que o stand-up comedy faz cada vez mais sucesso no país. No Rio, ao menos seis espetáculos do gênero estão em cartaz, como “Comédia em pé”, “Hã?!” e “Lente de aumento”. Na sexta-feira, o paulista Danilo Gentili entrou para o grupo de espetáculos nos palcos cariocas, após estreiar no Teatro Leblon. Para Gentili, é o público jovem o responsável pelo “boom” do stand-up comedy.
– Acho que o público mais jovem cansou de ver na TV sempre as mesmas coisas, os mesmos bordões. Aí começou a procurar na internet outras opções, e acabou encontrando os nossos vídeos. O stand-up comedy é universal, mas quem nos descobriu foram os jovens – diz o humorista, destaque do programa CQC, da TV Bandeirantes.
Não é a toa que Gentili destaca a internet. É só digitar seu nome no YouTube, que aparecem mais de 800 vídeos. Quando a busca é por Rafinha Bastos, um dos precursores do formato no circuito paulistano, o resultado passa de mil. Os vídeos de Fábio Porchat, que está de volta aos palcos do Rio com a peça ‘Comédia em pé’, também são sucesso na rede. O gênero, criado na Inglaterra e muito praticado nos Estados Unidos, normalmente é executado por apenas um comediante, que escreve os textos e faz piada a partir de fatos do cotidiano.
– Acho que o sucesso é a identificação do público com as piadas. O que falo é universal. Falo de relacionamento, família, sociedade. A gente tem que ter habilidade para tirar o humor das coisas banais. Ser original sempre é o maior desafio, e a risada autêntica é nossa maior satisfação – comenta Gentili.

Mas o stand-up comedy pode ter algumas variações. Sucesso de público no Rio, o espetáculo “Nós na fita” é estrelado por uma dupla: Leandro Hassum e Marcius Melhem. O grupo Sindicato da Comédia normalmente conta com um humorista convidado. No espetáculo “Hã!?”, em cartaz no Teatro dos Quatro, o curitibano Diogo Portugal interpreta o office-boy Elvisley. Em “Dussek de quinta” e na peça “Riso solto”, o humor segue o tom de musical.

Fonte: O Globo

Confira o trabalho de Danilo Gentili. Divirta-se! 😉

Marco Luque e Felipe Andreoli no SPFW

cqc

 

Marco e Felipe foram ao evento para assistir ao desfile da grife de moda masculina Mario Queiroz. “É a primeira vez que vou a um desfile na vida. Estou procurando me inteirar mais sobre moda. É um assunto interessante, mas que não conheço muito”, diz Marco Luque.

Solteiro desde a separação da atriz Mara Carvalho, ele afirma que ainda está à procura de sua alma gêmea. “Quero ser surpreendido”, diz.

O humorístico CQC está de férias e volta ao ar em março. Enquanto isso, os dois apresentadores ensaiam um espetáculo teatral cômico que estrelarão juntos este ano.

 

Fonte: Quem

Marco Luque fala sobre internet.

terca-em-poafoto: Fabricio Barreto / Terça Insana em Porto Alegre

“Marco Luque, do CQC, conta como a internet mudou sua vida”

O ator Marco Luque teve sua carreira mudada depois do YouTube. Literalmente. Acostumado a mudar de personagem várias vezes nas apresentações de teatro, o ator teve que se adaptar a uma nova rotina, mas agora na vida real. Tudo por causa da internet.

Há mais de dois anos no elenco do espetáculo Terça Insana e na bancada do programa Custe o que Custar, o CQC da TV Bandeirantes,  Luque contou como foi essa mudança de vida e da carreira após seu sucesso no YouTube.

PC Mag – Como a internet mudou sua vida?

Marco Luque – A promoção gratuita que o YouTube trouxe mudou a minha vida e de todo o elenco do Terça Insana. Foi absurdo. Acabamos tendo nosso trabalho reconhecido e mostrado em vários cantos do Brasil. A cultura do teatro acabou entrando na casa das pessoas.

E a repercussão?

Ah, tá uma loucura. Depois disso, as revistas estão falando de nós, entrevistas em jornais, na TV. O nome Terça Insana está sendo tão bem aceito que algumas pessoas utilizaram indevidamente o nome para receber acessos no YouTube e divulgar apresentações (que não têm nada a ver com o Terça Insana).

Essa propaganda enganosa tem prejudicado o grupo?

O que acontece são confusões e alguns casos de pessoas querendo o dinheiro de volta após o espetáculo – e com razão. Não há ligação nenhuma, nada a ver conosco. Não há muito controle na rede, e isso é ruim, é propaganda enganosa.

O CQC vem contribuindo para que se torne ainda mais conhecido. Isso aumentou o contato com os fãs?

Como a internet é um meio de manter contato fácil, acabei criando até um blog (marcoluque.wordpress.com). Nunca tive muita intimidade com isso. Sou agitado, ativo, nunca fui de ficar sentado muito tempo em frente ao computador. Minha irmã está me ajudando muito, ela é meu braço direito. Foi dela a idéia do blog.

Essa cobrança é ruim?

As pessoas querem que eu fale, querem saber das coisas, dos espetáculos, da agenda, é natural. Estou montando também o site, vai ficar pronto e vou contar minhas histórias, fotos, informações do  Terça Insana, enfim, tudo. Dessa maneira as pessoas terão todas essas informações.

Aderiu ao Orkut?

Ah, eu criei um perfil, mas lotou! Tenho MSN também, mas tem tanta gente que não dá mais para conversar ou eu não sairia mais da frente do computador.

E você é cobrado por isso?

Sim, estou tentando responder o máximo que posso. Tive que separar um tempo só para isso, fico duas horas por dia.

Mas isso não é suficiente, é?

Não! (risos) Vou ter que me adaptar. Eu vejo o (Marcelo) Tas, por exemplo, ele fica um bom tempo do seu dia se comunicando pela internet.

Você sempre foi ator?

Estou no elenco do Terça Insana há dois anos, mas fiz teatro, já participei de outros grupos. Eu sou formado em Artes Plásticas, mas já fui jogador de futebol profissional, cheguei a ir para a Espanha e tudo.

Não seria mais rico e mais famoso como jogador?

Sem dúvida, mas prezo demais a liberdade. Lá você não está sozinho, é um grupo, pessoas te vigiando, querendo saber o que você comeu, o que deixou de comer. Na verdade é um saco. Quem se dá bem não é jogador de futebol, é mulher de jogador de futebol (risos). Eu quero é ser feliz no meu trabalho e hoje estou muito feliz.

Quanto de Marco Luque existe em seus personagens?

Ah, muito. Eu já tive moto e faço um motoboy. Faço um jogador de futebol também, monitor de acampamento. Enfim, eles todos são inspirados em mim também. Temos liberdade para criar. O mais legal é que conseguimos falar sobre temas sérios, fazendo críticas sociais e tentando quebrar preconceitos. São assuntos reais e a internet ajudou a difundir tudo isso. Mais uma vantagem da rede.

Quando os fãs poderão acessar o site?

Brevemente. Com ele vou poder contar tudo que está acontecendo de maneira rápida para muita gente de uma só vez, como funciona na rede.

FONTE:  PCMAGAZINE , por Juliana Zorzato

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Andar no calçadão, tomar chope no Jobi, comer sanduíche no Cervantes, cruzar com celebridades nas ruas e passar horas na Modern Sound. O que aparenta ser o roteiro de um morador bem familiarizado com a Zona Sul, é na verdade a lista dos programas favoritos de Rafael Cortez, o repórter mais carioca da turma do ‘CQC’, da Band.
Nascido em São Paulo, Rafael conta que gosta de lá, mas, desde que conheceu o Rio, passou a distribuir de maneira equilibrada o seu amor pelas duas cidades. “Raramente você encontra um paulistano que diz ‘eu amo São Paulo’. Ele sempre diz que ama com base no bairro onde vive. Já o carioca, sempre ama o Rio. Ele gosta do Rio como um todo”, compara.

A identificação é tanta que Rafael é o primeiro a se candidatar nas reuniões com a equipe do humorístico para vir à cidade. “Sempre peço para fazer as matérias no Rio. Se pudesse, ficaria mais tempo aqui. Em 1996, eu tinha 18 anos, pisei no Rio e disse: ‘vou morar aqui um dia, vai demorar um tempo, mas vai ser por trabalho’”, profetiza o repórter, que não faz piadas bairristas. “Acho chatas, batidas. O Rio é muito sério. Há temas que eu nunca faço menção: tráfico de drogas, violência, jogo do bicho… são assuntos que estão na realidade da cidade, mas não tem graça nenhuma”, afirma.

Além das atrações culturais, as mulheres cariocas também agradam em cheio esse paulistano solteiro, de 32 anos, que faz questão de frisar que tem aversão ao conceito de ‘pegador’. “Ficam tentando me rotular de galanteador e isso me fragiliza. Uma revista me descreveu como ‘um menino deslumbrado, que estava aí para pegar geral’. Não gostei. Estou longe de ser sensual. Tenho barriga, olheiras e estou ficando careca”, diverte-se, depois de explicar por que, para ele, as mulheres paulistanas são mais difíceis de serem conquistadas do que as cariocas. “É coisa da praia. Você vê as pessoas meio semi-nuas, então já acostuma a ver a mulher com pouca roupa. Só aí você pula uns três estágios da sedução. É assim: ‘Como já vi você sete vezes de biquíni, agora é só tirar seu biquíni’”, brinca, às gargalhadas. “Em São Paulo está todo mundo de roupa”, lamenta.

Em quase um ano de ‘CQC’ no ar, Rafael descobriu o que é ser assediado e confessa que se assusta. “Fui dar uma palestra sobre jornalismo de entretenimento em Teresina, no Piauí. Quando desci no aeroporto havia pessoas aos gritos, com câmeras. Perguntei à minha irmã: ‘Quem está aqui?’ Ela disse: ‘É você’. Fiquei muito assustado”, conta. “Cheguei no hotel e dei uma coletiva de imprensa… na piscina, tinham meninas me fotografando. Depois da palestra, as organizadoras fizeram um cordão de isolamento e eu me perguntei: ‘Para quê isso?’ Quando acabou, todo mundo veio para cima de mim e eu saí parecendo um Jesus, todo mundo me puxando. Tinha até segurança. Estou acostumado a levar porrada de segurança, não a ser protegido por eles. Foi muito louco”, relembra.

FONTE: O DIA ONLINE

Cicarelli sobre o CQC

Em entrevista ao “Tribuna do Norte” Daniela Cicarelli fala sobre o CQC, confira os trechos onde a apresentadora fala sobre o programa:

Falando em entretenimento, na própria emissora que você trabalha tem o programa CQC, que segue uma linha de satirizar e fazer piadas com os artistas. Você é umas das principais “vítimas” deles.
O CQC é bárbaro. Toda segunda-feira eu assisto. Acho que tudo deve ser levado numa boa. O Pânico (programa da Rede TV) inventou que eu tinha seis dedos e eu disse que tinha. Pensei: a culpa foi do Pânico? Não, a culpa foi minha que confirmei. Depois pensei o que tinha confirmado, foi uma brincadeira que eles fizeram comigo. Lógico que eu não ia falar que não tinha. Na hora que comecei a sentir o resultado da brincadeira foi quando eu comecei a receber carta de um especialista da USP, da Liga me mandou carta (sobre o suposto problema da artista que tinha “seis dedos”). Isso foi uma brincadeira que tomou rumo sério.

Mas alguns artistas têm aversão a esse tipo de programa.
Isso é igual a apelido na escola. Tem certas brincadeiras que se brigar é pior. Imagine o CQC que é o programa de casa, outro dia eu assistindo e quando (o apresentador) quis falar de uma coisa grande colocou minha boca na tela. Falei, meu Deus nem santo de casa faz milagre.

Veja a matéria completa clicando aqui.

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